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Resultados

O que muda quando o plano deixa de ser opinião.

Não são promessas de eficiência genérica. São seis mudanças concretas no dia a dia de quem fabrica esquadria sob projeto.

O prazo deixa de ser palpite

Antes

A data prometida ao cliente sai do feeling de quem atende.

Com o EQÓR

A data sai do Gantt: capacidade real, carteira real e planejamento reverso. Quando não cabe, o sistema diz antes de a proposta sair.

O replanejamento para de custar um dia

Antes

Cada mudança de escopo obriga a refazer a programação na planilha.

Com o EQÓR

A carteira mudou, o plano se refaz. O PCP revisa o que o sistema propôs em vez de reconstruir tudo do zero.

A produção some do escuro

Antes

O que a fábrica fez hoje só se sabe amanhã, quando alguém consolida.

Com o EQÓR

O operador aponta pelo celular a cada hora. Meta, realizado e eficiência aparecem no mesmo instante, por setor.

O faturamento vira consequência

Antes

O previsto do mês vive numa planilha que ninguém reconcilia.

Com o EQÓR

O faturamento é derivado do que passou pela montagem. Previsto e realizado na mesma tela, por semana, por dia e por item.

O gargalo ganha nome

Antes

Sabe-se que a meta não bateu; não se sabe onde travou.

Com o EQÓR

O sistema aponta o setor, o número de pessoas que faltam e o ritmo necessário para a meta do dia fechar.

O erro de projeto para de chegar ao vidro

Antes

A divergência aparece na obra, com o material comprado.

Com o EQÓR

A leitura do projeto confere a estrutura antes da compra, e a revisão mede o impacto sobre o que já foi comprado e produzido.

A tela da diretoria

Toda obra, com a folga em dias úteis.

Verde não quer dizer “no prazo”: quer dizer quantos dias úteis de folga a obra ainda tem contra a data prometida ao cliente. Quando o número encolhe, o problema aparece semanas antes de virar atraso.

sgs-sejal.com.br
Tela real do EQÓR · Torre de controle — a data prometida, a data que o plano sustenta e a folga em dias úteis

8

áreas cobertas

do lead ao pós-venda

5

setores programados

corte a embalagem

1

fonte de verdade

sem planilha paralela

24/7

replanejamento

a cada mudança da carteira

Implantação

Do cadastro ao primeiro plano em quatro semanas.

Começa pelo que a sua fábrica já tem cadastrado. A cada semana uma parte da operação entra, e no fim do mês o plano se refaz sozinho.

  1. Semana 1

    Cadastro do que já existe

    Clientes, obras, produtos do pedido com tempo por setor, equipe com carga diária e o calendário de feriados. É o mínimo para o motor rodar.

  2. Semana 2

    O primeiro plano

    A carteira entra e o Gantt sai. O PCP revisa o que o sistema propôs — e ajusta janela de corte, prioridade e travas onde a operação mandar.

  3. Semana 3

    A fábrica aponta

    A pauta do dia começa a sair do sistema e o apontamento pelo celular substitui a folha. O realizado passa a alimentar o painel e o faturamento.

  4. Semana 4

    A operação inteira

    Comercial, engenharia, compras e instalação entram no mesmo registro. A partir daí é rotina: o plano se refaz sozinho e a gestão lê a torre de controle.

Perguntas diretas

O que perguntam antes de fechar.

O EQÓR é um ERP?

Não. O ERP cuida de fiscal, contábil e financeiro; o EQÓR cuida da operação — projeto, programação, produção e instalação. Os dois convivem: o EQÓR recebe pedidos e clientes do ERP por integração e devolve o que a fábrica produziu.

Precisa mudar o jeito de trabalhar da fábrica?

O contrário. O sistema foi escrito dentro de uma fábrica de esquadrias, com os nomes que a fábrica usa: etapa, tipologia, vão, prancha, barra, ficha técnica. A implantação começa pelo cadastro do que já existe.

O chão de fábrica precisa de computador?

Não. O apontamento é uma página que abre no celular, sem instalação e sem login: o operador escolhe o setor, o produto e a quantidade da hora. A validação é do operador cadastrado e da janela de horário.

Para qual porte de fábrica o EQÓR serve?

Para quem produz sob projeto — esquadria de obra, não de prateleira. O dimensionamento vem do cadastro: setores, operadores e cargas são os da SUA fábrica, de uma equipe enxuta a centenas de pessoas. O que precisa existir é carteira com prazo e produto com tempo por setor.

Preciso instalar alguma coisa?

Não. O EQÓR roda na nuvem e abre no navegador — inclusive no chão de fábrica, onde o apontamento é uma página no celular do operador, sem aplicativo e sem login. O que a fábrica precisa é de internet.

Como os meus dados entram no sistema?

Três caminhos: cadastro direto nas telas, importação das planilhas que você já usa (itens de pedido com tempos, por exemplo) e integração com o ERP, que envia pedidos e clientes automaticamente. A implantação começa pelo caminho mais curto para a sua operação.

Quanto tempo até o primeiro Gantt rodar?

O plano nasce assim que existirem três coisas: os produtos do pedido com tempo por setor, a equipe com carga diária e a data de entrega. A partir daí o replanejamento é automático.

E os dados, ficam onde?

Em nuvem gerenciada, com acesso por perfil e cópia cifrada todo dia guardada fora do servidor. Cada pessoa vê só o que o perfil dela permite, e o que ela faz fica registrado.